sexta-feira, 4 de maio de 2012

Catequese do Leste 2 lança site

A Comissão Bíblico-Catequética do Regional Leste 2 da CNBB (Minas Gerais e Espírito Santo) com o intuito  de  orientar os catequistas para uma nova linguagem e novos métodos em uma catequese atualizada e em constante processo de renovação lança o site Catequese Hoje. Trata-se de uma revista virtual de Catequese com o objetivo de proporcionar reflexão sobre a educação da fé na cultura pós-moderna e disponibilizar informação, formação e atualização aos catequistas.

O site Catequese Hoje contém quatro seções: "Raízes", o Ser Catequista pensado no mundo atual; "DiVerso", espaços de formação sobre Metodologia, Bíblia e Catequese e Liturgia e Catequese; "Veredas", publicação de músicas, poemas, filmes, vídeos que podem ser usados na formação de catequistas e na catequese com crianças, jovens e adultos; e “Outro Olhar”, espaço para reflexão pessoal ou em grupo sobre a Catequese e Modernidade e a Iniciação à vida cristã.





Para o bispo referencial da Catequese no Leste 2 e bispo diocesano de Teófilo Otoni(MG) dom Aloísio Pena Vitral e para a coordenação regional o Catequese Hoje é uma alegria concretizada. “É uma alegria ver concretizado o desejo das coordenações diocesanas de catequese e também da equipe regional. *Catequese Hoje* é uma experiência nova para nós no sentido de que queremos chegar até os catequistas com a internet, mas de maneira mais leve, profunda, bela, lúdica, mística. Além disso, aproveitar  elementos da cultura atual na educação da fé”, concluem.


terça-feira, 1 de maio de 2012

Faleceu Ir. Lourdes Gorgulho, catequista apaixonada

No dia 28 de abril, em Itajubá-MG faleceu a Ir. Maria de Lourdes Gorgulho. Uma incansável e apaixonada catequista.

Ir. Lourdes era religiosa da Providência de GAP e trabalhou na Diocese de Guaxupé-MG e Leopoldina-MG onde atuou como coordenadora diocesana. Atualmente morava em Itajubá, onde faleceu aos 85 anos.

Era baixinha mas uma gigante da catequese. Atuou também na coordenação do Ensino Religioso Escolar.
Era uma guerreira da catequese, por onde passou investiu pesado na formação de catequistas. Participou ativamente da caminhada da catequese do Leste II na década de 80 e 90. Apoiou o IRPAC. 

Ir. Gorgulho como também era chamada, participou da Semana Internacional de Catequese em Medellin (1968), acompanhou todo o movimento de renovação da catequese no Brasil, participou da Primeira Semana Brasileira de Catequese (1986). Tinha uma elegância e leveza invejáveis, apesar de ser firme e persistente no seu objetivo de melhorar a educação da fé das comunidades. "Se a catequese vai bem, a comunidade vai bem" vivia repetindo... 

Ir. Lourdes gastou sua vida pela causa do Reino, fiel ao Evangelho, para dele se tornar participante (1 Cor 9). Agradecemos a Deus pelo dom da sua vida, amizade, seu carinho e ternura em nosso meio.

Também agradecemos a Deus pelo Dom que foi a Ir. Lourdes para a Catequese e Ensino Religioso no Regional Leste II.

Com o coração "apertado" e saudoso,

Lucimara Trevizan
p/ Catequese do Leste II


segunda-feira, 2 de abril de 2012

Para meditar a Paixão...



Tua vida se via destruída
mas tu alcançavas a plenitude.

Aparecias crucificado como um escravo
mas chegavas a toda liberdade.

Havias sido reduzido ao silêncio
mas eras a palavra maior do amor.

A morte exibia sua vitória
mas a derrotavas para todos.

O Reino parecia esvair-se contigo
mas o edificavas com entrega absoluta.

Acreditavam os chefes que te haviam tirado tudo
mas tu te entregavas para a vida de todos.

Morrias como um abandonado pelo Pai
mas Ele te acolhia em um abraço sem distâncias.

Desaparecias para sempre no sepulcro
mas inauguravas uma presença universal.

Não é apenas aparência de fracasso
a morte do que se entrega a teu desígnio?

Não somos mais radicalmente livres
quando nos abandonamos em teu projeto?

Não está mais próxima nossa plenitude
quando vamos sendo despojados em teu mistério?

Não é a alegria tua última palavra
em meio às cruzes dos justos?
                  Benjamin González Buelta sj

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

A Experiência do Tabor des-vela nossa imagem verdadeira


“Transfigurar-se é ascender a ladeira íngreme do Tabor até mergulhar a cabeça na nuvem do não-saber. É um aspirar sem querer, acreditar sem ver, esperar sem ter, dar-se sem possuir. É reduzir todos os pontos cardeais do ego ao seu núcleo central: o amor” (Frei Betto).






Todos os grandes personagens bíblicos fizeram sua experiência de Montanha (lugar de intimidade com Deus; de escuta e discernimento; lugar onde receberam uma “missão” e foram abençoados). Do alto da Montanha esta bênção vai se espalhando e atingindo a todos; experiência pessoal de alcance universal.
Também Jesus, o homem dos “vales” (lugar do compromisso, serviço...) sabia reservar momentos de Montanha (comunhão e escuta do Pai); ali Ele busca sentido e força para a sua missão.

No Monte Tabor Ele deixa “trans-parecer” seu coração; diante do olhar assombrado dos discípulos Ele “des-vela” aquilo que a visão superficial não capta: Ele é todo compaixão, bondade, acolhida, amor...
Jesus de Nazaré foi o homem que não pôs obstáculos ao Mistério para que se expressasse n’Ele; Ele foi pura transparência da Fonte originante, revelação do Rosto do Pai.

Como seguidores de Jesus, devemos saber criar em nossas vidas, espaço e momentos de Montanha (plenitude, silêncio, interioridade, escuta, discernimento); isso possibilita uma prática eficaz, um compromisso duradouro, uma decisão enraizada, uma presença transformadora nos “vale da vida”.
Subir à Montanha nos possibilita ler os horizontes e perceber se estamos caminhando na direção certa; isso implica tomar distância do ritmo diário, descobrir novos caminhos e novas decisões...

A Montanha nos faz perceber (a partir do alto) certos aspectos do vale que passam desapercebidos.
Permanecer no vale, sem ter momentos de Montanha, é fechar-se, cair na rotina, não perceber novos horizontes, não abrir a cabeça e o coração, não ampliar a visão das coisas, da realidade, da história...
Nossa ação no vale deve ser fruto do discernimento acolhido na Montanha. A Montanha nos devolve ao vale com outra visão, outro dinamismo; a Montanha ilumina, dá sentido e sabor à nossa vida no vale.
O vale é o lugar do compromisso, do trabalho, da construção... mas iluminado pela experiência da Montanha. Todo gesto no vale tem plenitude, tem ressonâncias... a partir da Montanha.
A Montanha também nos revela que Deus está “trabalhando” no vale e nos impulsiona a “trabalhar” com Ele na mesma direção.

A Montanha não é lugar só do encontro íntimo com o Senhor, mas também lugar do encontro com o melhor de nós mesmos, nosso ser essencial; no silêncio do monte poderemos perceber quem somos nós. Por isso a transfiguração é também descoberta do “eu”, da própria realidade pessoal, do Mistério que habita em nós. É nessa manifestação divina que “descobrimos a nós mesmos”. Começamos a descobrir o nosso ser (único, original, sagrado...) quando “mergulhamos” no misterioso relacionamento com Deus e quando permitimos que o “mistério experimentado” se torne fonte de nossa identidade.
Nossa vocação é “trans-figurar-nos”, superar nossa própria figura, ir além de nossa aparência para captar nossa originalidade e riqueza interior, nosso “eu original”.

Essa é a nossa verdadeira identidade; em certo sentido, é como se recordássemos quem somos e, ao recordá-lo, iniciamos um caminho de volta à casa (as “três tendas”). “Voltar à casa” é deixar transparecer aquilo que é mais nobre em nós; é reconhecer que somos Plenitude que transborda, Fonte inesgotável de sonhos, criatividade, inspirações...
Cair na conta de nossa condição de “filhos/as amados/as” equivale a reconhecer-nos como transfigurados. E é isso mesmo que se pode afirmar de cada ser humano: cada um de nós é “filho amado”, nascido daquela mesma Fonte e, ao mesmo tempo, transparência dela.

Todo ser humano possui dentro de si uma profundidade que é o seu mistério íntimo e pessoal; trata-se do “eu original”, aquele lugar santo, intocável, onde reside o lado mais positivo da pessoa, que só uma experiência de transfiguração é capaz de des-velar.
É aqui, onde a pessoa encontra a sua identidade pessoal; trata-se do coração, da dimensão mais verdadeira de si, da sede das decisões vitais, lugar das riquezas pessoais, onde ela vive o melhor de si mesma, onde se encontram os dinamismos do seu crescimento, de onde partem as suas aspirações e desejos fundamentais, onde percebe as dimensões do Absoluto e do Infinito da sua vida.

Trans-figurar é deixar trans-parecer toda essa riqueza interior. E isso não é fácil; normalmente cobrimos nossa verdade com máscaras ou com um papel que interpretamos. Vivemos uma quantidade de experiências rápidas, amontoadas, sem possibilidade de avaliação (ativismo, rotina, angústias, trabalho sem sentido; mundo fechado, sem horizontes, sem direção...)
O cotidiano faz-se rotineiro, convencional e, não raro, carregado de desencanto. Frequentemente vivemos o cotidiano com o anonimato que ele envolve; e isso nos des-figura, desumanizando-nos.
Por debaixo somos... como realmente somos. Mas o ocultamos por medo de expor-nos aos outros, de não sermos compreendidos, de não valermos nada...; frequentemente preferimos ignorar partes de nós mesmos, apagar da consciência episódios pessoais; nosso “eu” se dissocia e se desintegra.

No entanto, a experiência do amor incondicional de Deus pode derrubar grossos muros, arrancar nossas máscaras, revelar-nos quanto valemos aos Seus olhos e dar-nos uma nova liberdade para sermos nós mesmos.
Na Montanha somos olhados por Ele em profundidade e  esse olhar revela nossa verdade mais original.
Trata-se de um olhar de aceitação, de amor, que nos faz descobrir o quanto valemos, que nos chama à vida; que nos livra do mundo de sombras, medos e inseguranças; que nos faz descobrir o gosto de viver sem máscaras, como alguém respirando ar puro.

Nos caminhos das Montanhas, sentimo-nos livres de horários fixos, apegos, modas, propagandas, violências, normoses, incompreensões e intolerâncias, e aprendemos o serviço e a entrega incondicional aos outros. É a partir das Montanhas que devemos colocar as bases firmes para edificar uma cidade fraterna e livre. Na Montanha, nunca se conjugam os verbos: escravizar, desprezar, irritar, estafar, odiar, tiranizar, encadear, encarcerar, impôr, fazer calar, humilhar, não aceitar nem compartilhar...

Acima, sobre os cumes, brilha sempre o Sol, que queima os farisaismos, egoísmos, violências e injustiças, que costumam ser produtos da cidade.
Subir uma Montanha exige força de vontade e esquecer-se da comodidade, droga atual que tanto debilita a colaboração, a solidariedade, a compreensão e a entrega, pedras angulares de toda sociedade livre.
A experiência da Montanha não é para permanecermos aí, isolados e acomodados, mas para “descer” à vida cotidiana, com todos os seus desafios, e viver ali o que vimos, a partir de uma atitude de bondade, compaixão e serviço.

Texto bíblico:   Mc. 9,2-10

Na oração: - sentir como Deus nos conhece e nos ama como somos;
- quê máscaras você usa habitualmente? quê papéis você representa?
- como você se sente quando atua com essas máscaras? 

 A oração faz emergir à consciência uma nova imagem de nós mesmos e indica com o dedo uma área  da nossa personalidade que necessita ser trans-figurada com criatividade; ela  promove um desenvolvimento criativo, eliminando a distancia entre a imagem real e as falsas imagens que habitam o nosso interior.
Através do encontro com o Senhor, no silêncio da montanha, a oração revela quem somos realmente, e amplia nossa vida para além de nossas pequenas fronteiras. Com efeito, orar é aproximar-nos da “verdade que nos faz livres”; livres para sermos “nós mesmos”, chegar a ser aquilo para o qual somos chamados a ser.

Pe. Adroaldo Palaoro é jesuíta, coordenador do Centro de Espiritualidade Inaciana (Itaici-SP)

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

QUARESMA: quem é o "Senhor" que move o meu coração?


“Rasgai o coração e não as vestes” (Jl. 2,13)

QUARESMA: tempo litúrgico forte de reconstrução de si e da comunidade; tempo que coloca em questão a razão de ser da vida – para que vivemos? qual a finalidade do ser humano? sobre quê está fundamentada a nossa vida? para onde caminhamos?

Nesse sentido dizemos que quaresma é um tempo forte de conversão; para isso ela tem sua linguagem, sua celebração, seus exercícios e seus ritos de conversão...
Na perspectiva inaciana, conversão não é simples mudança exterior no modo de ser e agir, mas “mu-dança de senhor”;  quaresma é tempo de troca de comando, tempo forte para consultar o interior e verificar qual é o “senhor”  que move o nosso coração. É neste contexto de conversão que se situam as práticas quaresmais: oração, jejum e esmola. Através de uma vivência mais radical dessas práticas começa a acontecer um deslocamento dos “falsos senhores” que habitam o nosso coração e, ao mesmo tempo, amplia-se o espaço interior para a presença e ação do “verdadeiro Senhor”.

A oração, o jejum e a esmola são como um resumo da vida cristã; condensam o sentido da vida. A vida é um mergulho no mistério de Deus (oração), um abrir-se aos outros (esmola) e capacidade de ordenar e dirigir a própria existência (jejum). Tais “exercícios quaresmais” só tem sentido se nos levam a uma identificação com Jesus Cristo; são exercícios que alimentam e sustentam nosso seguimento de Cristo.
E aqui poderíamos recuperar o sentido original bíblico de “sacrifício”, que não significa simplesmente imolação, destruição, penitêntica... “Sacri-ficar” (do latim, “sacrum facere” ) é “tornar santo”. Tanto o Primeiro como o Segundo Testamento nos ensinam que a melhor coisa que podemos transformar em “sacrifício”, em coisa santa para oferecer a Deus, é a própria vida e tudo o que fazemos. Nesse sentido, a referência máxima de “sacrifício” foi o próprio Jesus. Ele é o sacrifício, a “realidade santa” por excelên-cia, por sua verdade, sua fidelidade e disposição para fazer a Vontade do pai e exercer a sua missão. O que faz o sacrifício é a oblação, a entrega, deixar Deus ser Senhor da nossa vida.

1. ORAÇÃO: toda a nossa vida deveria ser uma oração, ou seja, um “encontro” com Deus em todas as coisas e  em todas as circunstâncias.
A oração é passar do vazio de si à plenitude em Deus. O “sair de si mesmo” por meio de uma íntima relação pessoal com Deus é a dinâmica central da transformação do “eu” na vivência quaresmal.
     “Cada um deve persuadir-se que na vida espiritual tanto mais aproveitará quanto mais sair do seu próprio amor, querer e interesse” ( S. Inácio - EE. 189).
A oração passa a ser a “irrupção” do divino no mais profundo do “eu” humano.
Des-centrada de si mesma, a pessoa deixa-se conduzir pela ação providente de Deus.
Na quaresma, a Igreja evoca o Cristo em oração diante do Pai no deserto e nas montanhas.

2. JEJUM: o jejum é a capacidade de “ordenar” a própria vida para um fim (serviço e louvor de Deus); ao mesmo tempo é expressão de solidariedade e comunhão com os outros: é um chamado à partilha.
Somos livres quando podemos nos dispôr de nós mesmos, ou seja, quando nos libertamos dos “afetos desor-denados”, dos apêgos... O importante, no jejum, não é o que nós fazemos, mas o que Deus faz. Não estamos fazendo algo, mas estamos deixando-nos fazer por Deus. Na tradição dos Padres do Deserto, o jejum é o meio que nos possibilita criar um “espaço vazio” no qual o Espírito possa repousar, permitindo-nos distinguir o essencial do supérfluo.
Portanto, o jejum é um tempo em que damos maior liberdade a Deus para agir em nós, “ordenando” nossos afetos e orientando nossos impulsos instintivos. No seu relacionamento com a natureza criada o ser humano é chamado a ser livre, a ser senhor da criação. Por isso, a melhor penitência é “abrir espaço para Deus”; em outros termos, “jejuar é dar espaço para outras fomes” (N. Bonder).
O alimento e a bebida tornam-se símbolo de tudo quanto nos envolve. Porque é na ação do comer e do beber que o ser humano mais se apodera e apropria das coisas, correndo o risco de ser escravizado por elas.  A atitude de liberdade diante do alimento torna-se símbolo de sua liberdade para com tudo quanto o envolve: bens materiais, poder, prazer absolutizado, idéias fechadas, uso do tempo, dos meios eletrônicos...

3. ESMOLA: a esmola atinge o relacionamento com o próximo na virtude teologal da caridade. O ser humano recebeu tudo de seu Criador; tudo é dom para todos. Neste sentido, a esmola significa a atitude de doação gratuita, de serviço ao próximo com generosidade e desprendimento. É todo este mistério de aber-tura e acolhida em favor do próximo, sem esperar recompensa, na imitação de Jesus Cristo que deu sua vida pelos seus. É viver a partilha não só de bens materiais, mas o tempo, o interesse, o serviço, a aceitação...

Durante o tempo quaresmal, corresponde a cada pessoa encontrar sua ascese, ou seja, encontrar a manei-ra de ir esvaziando-se, despojando-se, para deixar espaço aos outros e ao Outro e chegar a viver em “esta-do de união”.
É urgente fomentar uma “cultura da solidariedade, da comunhão, da partilha...”, se não queremos nos desumanizar e nem desumanizar o planeta.
A ascese nos capacita para sensibilidade cósmica; o ordenamento de nossos desejos nos permite escutar os desejos dos outros. Quanto mais vivemos em Deus, menos somos nós o centro, menos dependentes das coisas e mais receptivos aos outros.

Textos bíblicos:   Mt. 6,1-6.16-18   Joel 2,12-18

Na oração: - qual é o seu estado de ânimo para viver a “travessia quaresmal”?
                  - Páscoa é passagem do “eu estreito” ao “eu expansivo e solidário”: quê setores de vida precisam passar por esta transformação?

Pe. Adroaldo Palaoro sj (jesuíta e diretor do Centro de Espiritualidade Inaciana - CEI -Itaici)

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Coordenações Regionais de Catequese se reúnem em Brasília

Nos dias 03 a 05 de fevereiro, em Brasília, acontece a reunião anual das Coordenações Regionais da Animação Bíblico-Catequética. Na pauta de trabalho está a discussão sobre o Plano Quadrienal da Comissão Nacional, a Programação/2012, Reflexões sobre os 50 anos do Concílio Vaticano II e sobre o Ano da Fé. Também haverá discussões sobre Catequese e mídias sociais, além da partilha sobre a caminhada dos regionais. Lucimara Trevizan representa a comissão do Leste II e segundo ela este encontro é importante para se ter uma visão de conjunto do trabalho da animação Bíblico-Catequética no Brasil. Participam do Encontro também os bispos referenciais da comissão nacional: Dom Jacinto Bergman, Dom Paulo Mendes Peixoto e Dom José Antonio Peruzo.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

IRPAC presente na reunião das Escolas Bíblico-Catequéticas

Nos dias 01 e 02 de fevereiro, em Brasília, acontece a reunião do GRESCAT - Grupo das Escolas Catequéticas dos Regionais da CNBB. O IRPAC estará representado pela Lucimara Trevizan. Na pauta da reunião há a discussão do texto-documento que irá orientar a organização das Escolas Bíblico-Catequéticas nos regionais, paróquias e dioceses. Para Lucimara, a reunião é um momento importante de partilha de experiências, análise da realidade das Escolas de Catequese. O IRPAC é atualmente a Escola Bíblico-Catequética do Regional Leste II. Há 12 dioceses do Regional que possuem também escolas catequéticas. Há 25 anos o IRPAC é o espaço de "aprofundamento" e "especialização" em Catequese do regional.